Descrição do vídeo no You Tube, por crutley2:

Quando se pensa em campos de concentração, holocausto…

A chave para a liberdade reside na habilidade de se defender, e se por acaso você não tiver as ferramentas para tanto, então você se encontrará à merce daquele que deseja exterminá-lo.

Armas de fogo estão enraizadas na cultura suíça – mas os índices de crimes cometidos com elas são tão baixos que chegam até a ser ignorados.

O país possui uma população de 6 milhões de habitantes, mas estima-se que ao menos 2 milhões possuam armas de fogo, incluindo aproximadamente 600.000 fuzis e 500.000 pistolas.

Isto se deve em grande parte pelo inusitado sistema nacional de defesa suíço, implementado a séculos.

Ao invés de manter, em tempo integral, um exército, o país obriga cada cidadão a se submeter a algum treinamento militar de alguns dias ou semanas por ano, durante o resto de suas vidas.

Entre as idades de 21 e 32 anos, os homens servem às tropas da linha de frente. Cada um recebe um fuzil M-57 e 24 munições que devem levar para casa.

Uma vez desligados, os homens servem ao equivalente suíço à guarda nacional americana, mas ainda devem treinar ocasionalmente e lhes são dados rifles. As mulheres não precisam ter armas, mas são encorajadas a tê-las.

Por Andrew P. Napolitano

Traduzido por Diogo Siqueira (original em inglês no site LewRockwell.com)

Na esteira da ardente discussão pública sobre a proposta do Presidente Obama de gerir, no âmbito federal, a saúde; os progressistas do “Grande Governo” de ambos partidos, Democrata e Republicano, têm nos pregado uma peça. Estes caras, os quais realmente desejam que o Estado cuide de nós do berço à cova, têm promovido a idéia de que a saúde é um direito. E promovendo esta falsa premissa, têm conseguido mover o debate de SE o governo federal deve administrar a saúde pública, para COMO o governo federal deve assim proceder. Esta é uma falsa premissa e devemos rejeitá-la. A saúde não é um direito; é um bem, como a alimentação, a habitação e o vestuário.

O que é um direito? Um direito é uma dádiva de Deus, que se estende a toda a humanidade. Pensadores de São Thomas de Aquino, a Thomas Jefferson, ao reverendo Dr. Marthin Luther King Jr., e ao Papa João Paulo II, todos têm afirmado que nossos direitos são a parte natural daquilo que nos tornam humanos. Somos donos do nosso próprio corpo, logo, somos donos das dádivas que dele emanam. Assim, nosso direito à vida, ao livre desenvolvimento da nossa personalidade, ao direito de pensar o que desejamos, de dizer o que pensamos, e de publicar o que dizemos; nosso direito ao exercício ou não de uma crença, nosso direito à locomoção, de nos defendermos, de usar nossa própria propriedade como quisermos, nosso direito a um devido processo legal – justo – por parte do Estado, e nosso direito de ficarmos a sós são todos direitos advindos do nosso caráter humano. Estes são direitos naturais, de que dispomos desde o nascimento. O Estado não os concede, e este não paga por eles ou pode nos tirar, a não ser que um juri entenda que violamos os direitos de outrem.

O que é um bem? Um bem é algo que queremos ou necessitamos. Resumidamente, é o oposto de um direito. Adquirimos nossos direitos ao nascer, mas precisamos de nossos pais quando somos crianças e necessitamos, quando adultos, de adquirir os bens necessários à nossa existência. Assim, a alimentação é um bem, a habitação é um bem, o vestuário é um bem, a educação é um bem, um carro é um bem, a representação legal é um bem, fazer atividade física em uma academia é um bem, e ter acesso a cuidados médicos também é um bem. Deve o Estado nos proporcionar bens? Bem, às vezes ele se apossa do dinheiro de alguns de nós e o concede a outros. Você pode chamar isto de tributação ou de roubo; mas você não pode chamá-lo de direito.

Um direito emana de nosso caráter humano. Um bem é algo que você adquire ou alguém compra para você.

Agora, quando você olha para a saúde pelo o que ela é, quando você olha para a Constituição Americana, quando você olha para a história das liberdades humanas, quando você aceita o valor americano da primacia dos indivíduos sobre os desejos efêmeros do Estado; torna-se evidente que aqueles que encaram a saúde como um direito, simplesmente desejam fomentar uma forma de Estado de bem estar social.

Quando uso este argumento com meus amigos do “Grande Governo”, eles se voltam contra mim… “Veja, aquelas pessoas que não possuem um plano de saúde simplesmente vão aos hospitais e acabamos arcando com suas despesas de qualquer forma.” E por que deveria ser assim? Não deixamos as pessoas roubarem a comida de um supermercado, a residência de um senhorio ou as roupas de uma loja de departamentos. Por que deveríamos deixar que recebam cuidados médicos de um hospital sem pagar por eles? Bem, meus amigos do “Grande Governo” emendam: é caridade.

Estão novamente errados. É impossível ser caridoso com o dinheiro alheio. A caridade emerge dos nossos corações, não do Estado gastando nosso dinheiro. Quando pagamos nossos impostos ao Estado, e este distribui este dinheiro, não se trata de caridade, trata-se de bem-estar. Quando o Estado nos toma mais – além do necessário para assegurar nossas liberdades – este possui o dinheiro para distribuir, e isto não é caridade, é roubo. E quando o Estado força os hospitais a fornecerem assistência médica àqueles que não podem ou não cuidam de si mesmos, isto não é caridade, é escravidão. Por isto agora temos este caos constitucional, porque o Estado rouba e escraviza, e nós o avalizamos por muito tempo.

Andrew P. Napolitano, ex-juiz da Corte Superior de New Jersey, é analista judicial sênior do canal Fox. Seu próximo livro é Lies the Government Told You: Myth, Power, and Deception in American History, (Nelson, 2010).

Por Marko

Traduzido por Diogo Siqueira (original em inglês aqui )

Os seres humanos possuem apenas duas maneiras de lidar uns com os outros: pela razão ou pela força. Se você deseja que eu faça algo, você tem a opção de me convencer por meio de argumentos, ou impor a sua vontade pela força. Toda interação humana deságua em uma destas duas categorias, sem exceção. Razão ou força.

Em uma sociedade verdadeiramente civilizada, as pessoas se interagem exclusivamente por meio do convencimento. A forca não encontra espaço como método válido de interação social, e apenas uma coisa é capaz de remover a força de cena, e esta é uma arma de fogo; por mais paradoxal que isto possa parecer para alguns.

Quando estou de posse da minha arma, você não pode interagir comigo pela força. Você terá de usar a razão para me convencer, porque eu possuo um modo de  anular a sua ameaça ou o emprego da força. A arma de fogo é o único instrumento capaz de colocar em pé de igualdade uma mulher de 45 quilos e um assaltante de 100 quilos, um aposentado de 75 anos e um jovem delinquente de 19 anos, e um homossexual e um grupo de caras bêbados armados com tacos de baseball. A arma de fogo elimina a disparidade de forças, o tamanho ou os números existentes entre o agressor e a vítima em potencial.

Existem pessoas que consideram as armas de fogo como sendo toda a fonte da desigualdade de forças. Há aqueles que pensam que seríamos mais civilizados se todas as armas fossem removidas da sociedade, porque segundo eles, as armas de fogo tornam mais fácil o trabalho dos marginais. Isto, claro, seria verdade se as possíveis vítimas estivessem desarmadas; seja por opção, seja por uma imposição do governo – caso contrário o exposto anteriormente não seria válido. Aqueles que desejam banir as armas de fogo automaticamente estabelecem a lei do mais jovem, do mais forte e da maioria, e isto é exatamente o oposto do que se espera de uma sociedade civilizada. Um assaltante, mesmo um armado, apenas pode ser bem sucedido em uma sociedade onde o Estado lhe garante o monopólio da força.

E há o argumento de que as armas de fogo aumentam a letalidade dos confrontos, que estes inevitavelmente resultam em ferimentos. Este argumento é, de várias formas, falacioso. Sem o envolvimento de armas, tais confrontos seriam vencidos pela parte detentora da superioridade física, que infligiria danos esmagadores à parte vencida. Aqueles que acham que socos, bastões, tacos ou pedras não constituem força letal assistem a muita TV, onde personagens levam socos e saem apenas com um corte nos lábios. O argumento de que armas de fogo tornam o uso da força letal mais fácil aplica-se somente em favor da vítima vulnerável, não do agressor mais forte. Se ambos estão armados, as coisas se nivelam. Uma arma de fogo é o único instrumento que é letal nas mãos de um octogenário, assim como nas mãos de um halterofilista. Ela não funcionaria tão bem como um equalizador de forças se não fosse ao mesmo tempo letal e facilmente empregável.

Quando porto uma arma, assim o faço não por estar a procura de confusão, mas porque desejo ficar em paz. Uma arma de fogo ao meu lado significa que não serei forçado, mas convencido. Não a porto porque tenho medo, mas porque esta me proporciona um saudável destemor. Ela não limita as ações daqueles que interagem comigo pela razão, mas apenas as ações daqueles que assim tentam pela força. Ela remove a força da equação… E é esta a razão de portar armas ser uma ato civilizado.

Mesmo com os riscos envolvidos no consumo do antiviral Tamiflu, o governo federal decidiu aumentar o estoque deste medicamento, inclusive zerando seu imposto de importação, seguindo as recomendações da Organização Mundial de Saúde. Leia a notícia aqui.

Boa notícia para a Roche, fabricante do Tamiflu, que tem lucrado bilhões de dólares com um medicamento, que não apenas oferece riscos à saúde, mas cujo efeito no combate aos sintomas da gripe H1N1 é questionável.

Bom para eles, péssimo para nós. E não é apenas o Tamiflu que está sob suspeita: quase um milhão de vacinas contra a gripe “suína” foram devolvidas aos fabricantes sob suspeita de conterem mercúrio em sua composição. Vacinas estas que também o governo federal fez questão de adquirir.

Até quando iremos tolerar o mal uso do dinheiro público, como gastar milhões de reais com medicamentos que colocam em risco a vida das pessoas e cujo efeito é questionável; ou ceder a um organismo internacional nossa política de saúde pública?

Esta é a imagem repugnante de um Estado que interfere sistematicamente na economia e faz a festa dos grandes players.